Ataque de pelanca

O vereador por Navegantes, Murilo Cordeiro (PT), foi para as redes sociais reclamar que parlamentares de oposição lhe deram as costas em sessão realizada logo após o retorno do recesso parlamentar, enquanto o petista defensor do movimento Lula Livre fazia o uso da palavra, do alto da tribuna. Acredito que ele precise ler com mais atenção o regimento interno do Legislativo, pois não há, em lugar algum do código, a determinação de que um vereador precise ficar sentando, ouvindo as besteiras proferidas por outro.

Faz parte do jogo

Canso de assistir a programação das emissoras oficiais da Câmara e do Senado, sendo comum parlamentares falarem para o plenário vazio, é intrínseco ao jogo político, pois naquele momento o indivíduo está falando exatamente com o público de casa, com os expectadores que têm interesse nas palavras, não cabendo a ninguém mendigar atenção, algo descabido e sem nenhum propósito. Se Murilo tiver alguma coisa relevante para passar para os demais vereadores, basta escrever uma carta, mandar uma mensagem, há inúmeros meios para isto. Mas ninguém é obrigado a ouvir abobrinhas, isto é fato.

Sem discurso

Na verdade a fala de Murilo é vazia, pois enquanto cobra uma postura dos governantes aqui em Navegantes, participa ou participou de movimento que pedia a libertação do maior bandido que já pisou no país, Luiz Inácio Lula da Silva, um pulha, um crápula, condenado em todas as instâncias da Justiça, após promover e liderar o maior escândalo de corrupção da história mundial. Parece Murilo, medir os outros com a régua do PT, um partido atolado em um mar de corrupção que só envergonha ao Brasil e aos brasileiros.

Será que vai?

Se o governo do Estado tinha mesmo qualquer intenção de revogar a autorização, entendida pela Justiça por ilegal, que permite à empresa NGI Sul explorar o serviço de travessia por meio do ferry boat, a chance de ouro chegou, com a decisão do Superior Tribunal de Justiça que convalidou decisão de primeira instância, a qual determinara o processo licitatório. Claro que isto só aconteceu pelo envolvimento na causa do último bastião da moralidade, o Ministério Público, sempre ele, o único a defender integralmente os interesses da população.

Só falta recuar

Até hoje, vemos com frequência políticos levantarem a bandeira contra a concessão precária do serviço de ferry boat, mas quando chega perto das eleições, talvez por negociatas escusas, acabam desistindo da ideia, parece que alguém coloca no bolso todos os bem intencionados. Resta apenas esperar por qual será a atitude agora do governo do Estado, se parte para licitar o serviço, ou se volta atrás, abraçando-se a concessionária que presta um serviço de péssima qualidade.

Vergonha alheia

Na última quarta-feira (07), o governador Carlos Moisés (PSL) sofreu uma derrota acachapante na Assembleia Legislativa, com a suspensão dos decretos que eliminaram incentivos fiscais de diversos segmentos econômicos. Segundo estudo da Associação Catarinense de Supermercados (Acats), caso os deputados não desfaçam a besteira proposta pelo inquilino da Casa D’Agronômica, cerca de dois mil produtos serão impactados, tendo o preço majorado. Se o governador matar o setor produtivo, resta saber de quem ele irá cobrar impostos.

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O mês de agosto promete uma série de atrações para os cidadãos navegantinos, com eventos que irão marcar os 57 anos de emancipação política do município

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